Esta é a pergunta que mais aparece na hora de cotar. Não existe um número universal, mas há uma forma de chegar a um valor coerente com a sua realidade.
Passo 1: some o que precisaria ser quitado
Financiamentos, empréstimos, saldo do cartão e outras dívidas. Se você tem um financiamento imobiliário, por exemplo, considere o saldo devedor.
Passo 2: estime o sustento da família
Calcule as despesas mensais essenciais e por quantos anos a família precisaria de apoio. Muitos especialistas sugerem pensar entre cinco e dez anos de renda, mas o número ideal depende do seu caso.
Passo 3: some despesas futuras
Educação dos filhos, tratamentos médicos e custos de funeral entram aqui.
Passo 4: desconte o que já existe
Reservas financeiras, investimentos, outros seguros e benefícios da previdência podem reduzir o valor necessário.
Passo 5: compare com o orçamento
O prêmio deve caber no seu bolso sem comprometer o essencial. Às vezes vale começar com um capital menor e ampliar depois.
Revise sempre
Casamento, nascimento de filhos, compra de imóvel e mudança de renda alteram a necessidade. Revise a apólice a cada grande mudança, ou ao menos uma vez por ano.
Um corretor ajuda
Ele simula diferentes capitais e coberturas, mostra a diferença de preço e ajuda a evitar tanto o excesso quanto a falta de proteção.